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Themed By Fran Keynes
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Oi gente! Eu sei que disse que ia fazer uma nova web assim que voltasse de viagem… Pois é, já fui, já voltei e nada de web nova kkkkkk vou começar a pensar em coisas novas… quem quiser pode me mandar sugestões no @FCLSPravclembra ok?


Texto 9.November | | Reblog this!

Queria agradecer a vocês que leram a web. Acredito que assim que eu voltar de viagem, começo a digitar a nova Web que estou “começando” a fazer ( já tenho alguns capítulos). Esperam que tenham gostado. Fiquem de olho aqui e no @FCLSPravclembra pois quando eu voltar a escrever, vou colocar o link aqui da próxima web.

Beijos, amo vocês s2

Photo 8.August | | Reblog this!
CAPÍTULO 115 (Final)

     Ele deu risada e fomos até o restaurante cantando, conversando e rindo. Parecíamos dois adolescentes apaixonados que acabaram de se beijar e declarar que estavam apaixonados um pelo outro.

     [2 anos depois]

     Sentado na beira do mesmo lago, onde tudo aconteceu, estávamos fazendo um piquenique no fim de tarde. Eu, Luan, Nicole e Pedro. A Nina já estava com 5 anos, e o Pe com 2. Rindo, cantando, chorando porque o Luan mordeu a bunda dos dois – por graça mesmo KKKKKK.

     Estávamos esperando o pôr do Sol acontecer.

     - Amor, senta aqui – disse o Luan pra mim, enquanto eu estava pegando as coisas no carro.

     ­- Oi amor – eu disse atendendo ao seu pedido.

     - Lembra como tudo aconteceu?

     - Lembro amor, claro.

     - Até hoje eu agradeço à esse pôr do Sol por ter te conhecido.

     - Sério?

     - Uhum. Sem você eu não sei o que seria de mim.

     - Nem eu amor. Talvez estaríamos felizes com a outra pessoa, talvez triste. Não sei se estaríamos igual estamos hoje: felizes, apaixonados…

     - Linda – risos.

     Ele me deu um beijo.

     - Lindo – eu disse fazendo carinho no seu rosto.

     - Sabe… – ele disse – eu achei que fosse querer só dois filhos, mas acho que to querendo encomendar mais um para a tal cegonha.

     - Mais um amor? Não tá bom dois?

     - A não ser que você não queira…

     - Até poderíamos tentar, mas não sei. Peraí, vou até o carro pegar mais frutas.

     - Tá bom – ele disse e me deu um selinho.

     Quando voltei, vi o Pedro e a Nicole em cima do Luan, beijando-o e batendo nele.

     - Ei, vocês dois! Saiam daí – eu disse correndo até eles e sorrindo.

     - Porque mamãe? – perguntou o Pedro.

     - Ele é meu marido, seus intrusos – risos.

     - Ah, mamãe, deixa a gente beijar o papai? – disse a Nina.

     - Só com uma condição.

     - Qual, mamãe? – os dois perguntaram.

     - Só se me beijarem também – risos.

     - Eba! Beijar o papai e a mamãe – os dois saíram correndo para nos beijar.

     E foi assim o fim do dia. Muitos beijos, abraços, carinhos… mas estávamos com quem amamos.

      “Eu nunca pensei em como encontraria a Mari. Ainda mais assim de namorar com uma fã minha. Jamais pensei nisso. Só agradeço à Mari por tudo que ela fez por mim até hoje, me fez uma pessoa melhor, mais paciente, mais feliz. E à Deus, também, porque sem ele, isso jamais seria possível. Te amo, Mari” – Luan.

      “Eu nunca pensei em namorar com o meu ídolo. Ainda mais que ele moraria no meu condomínio. Ou melhor, que iríamos casar! Dá pra acreditar? E ter filhos! Meu Deus, quantas surpresas que a vida nos traz. Obrigada, Deus, por tudo o que ele fez por mim. Obrigada pelos filhos que o Senhor nos presenteou. Obrigada, Luan, te amo” – Mari.     


Texto 8.August | | Reblog this!
CAPÍTULO 114

     - Te amo, princesa.

     - Eu que amo.

     - Vamos sair? Sei lá, ir até o shopping, sei lá.

     - Luan querendo sair? Hum, tá.

     - Vamos?

     - Vamos… mas tava afim de ir até o lago, lembra?

     - Claro. Como esquecer? – risos.

     - Vou deixar a Nina com a minha mãe.

     - Tudo bem, vou pegar as coisas dela, tá? – ele perguntou.

     - Tá bom.

     Arrumei a Nina, coloquei uma roupinha linda nela e fomos para a casa da minha mãe. Deixamos ela lá e fomos para o lago. O Luan desceu do carro com o violão e sentamos ali.

     - Faz um tempinho já que eu estava querendo de trazer aqui.

     - Sério? Pra quê?

     - Pra isso.

     Ele começou a cantar essa música

     (Escritora da web aqui: foi essa música que me deu a ideia de colocar esse tal nome na web “A MELHOR COISA QUE JÁ FOI MINHA” e esse lance do Luan e da Mari se conhecerem do lado do lago… A tradução dessa música é assim:

     Lembra quando nós estávamos sentados perto da água?
     Você me abraçou pela primeira vez
     Você transformou a filhinha cuidadosa de um homem descuidado em uma rebelde
     Você é a melhor coisa que já foi minha
     Um pouco depois e nós já estamos dominando o mundo juntos
     E tem uma gaveta com coisas minhas na sua casa
     Você aprendeu meus segredos e entendeu por que sou reservada)

     - Gostou da surpresa? – ele perguntou quando já tinha terminado de cantar.

     - Adorei! Tem algo a ver com nós?

     - Sim. Essa parte que a música diz: “lembra quando nós estávamos sentados perto da água?”, sabe? Não sei se você se identifica com ela, mas eu me identifiquei com ela.

     - Claro amor, super linda.

     - Já tinha escutado ela?

     - Já sim. Eu adorava essa música há uns tempos atrás.

     - Então acertei na surpresa?

     - Sim – risos.

     - Te amo Mari, e você sabe disso.

     - Sei. Também te amo, Luan.

     - Eu amo mais – ele disse mordendo meus lábios após me beijar.

     - Não quero discutir – eu disse rindo.

     - Amor, não quero cortar o clima, mas to com fome – risos.

     - Ê Luan, não muda nunca, não é?

     - Pô, só porque eu sou meio esfomiadin?

     - É, esfomiadin – risos.

     - Então vamos, mulher do esfomiadin – risos.

     - Besta – risos.

     - Onde vamos comer?

     - Hum, tava afim de comer um Talharim ao Sugo, huuuuuuuuuuuuuum que delícia.

     - Desejos de grávida já? Não tá muito cedo não?

     - Ah, sei lá – risos – talvez seja os desejos da gulosa mesmo – risos.


Texto 7.August | | Reblog this!
CAPÍTULO 113

     Realmente algo me preocupava. No outro dia de manhã, deixei o Luan com a Nicole e fui para o hospital. Contei tudo o que havia acontecido… Ele me pediu para fazer exame de sangue.

     O resultado saiu e voltei para falar com o médico.

     - E então, doutor?

     - Olha, você me disse que já tem uma filha, não é?

     - Sim.

     - Tem espaço sobrando em casa?
     - Tem mais um quarto. Por quê?

     - Pode preparar mais esse espaço. Você tá grávida.

     - O quê?

     - É, isso mesmo.

     - Mas… foi há um mês atrás.

     - Esse “foi há um mês atrás” bate com o atraso da sua menstruação.

     - Meu Deus, como não pensei nisso!?

     - Parabéns aos senhor Luan Santana! E a você, claro – risos.

     - Obrigada doutor, tchau.

     - Tchau, vai com Deus!

     - Amém – eu disse e saí do consultório.

     Entrei no carro ainda trêmula, sorrindo que nem boba e fui para casa. Abri a porta mas vi que não tinha ninguém na sala. Andei até os quartos à procura do Luan. Cheguei até o quarto da Nicole e vi o Luan de pé ao lado do berço cantando para a Nicole com o violão na mão. Parei ao lado da porta, emocionada com a cena e comecei a chorar. O Luan ouviu os soluços do meu choro e me olhou.

     - Atrapalhei?

     - De maneira alguma. Porque está chorando?

     - Nada, é que me emocionei vendo você cantando pra ela.

     - Ah, linda! Vem cá – fui até ele e ele me deu um selinho – foi no médico?

     - Fui sim amor.

     - E aí?

     ­- Ah, então…

     Eu não sabia de maneira nenhuma como dar aquela notícia a ele…

     - Então?

     - Eu… eu…

     - Você?

     - To grávida.

     ­- Hã?

     - É. De um mês.

     - Meu Deus, se melhorar, piora! Obrigado Senhor!

     - Tá feliz, é?

     - Muito. Nossa! Não acredito – ele se abaixou até minha barriga e disse – seja bem vindo, bebê. Obrigada amor!

     - Obrigada você – risos.

     Nos beijamos carinhosamente. Parecia que ambos não queria deixar aquele beijo se acabar. Eu o amo. Ele me ama. Nos amamos. Era a única certeza que eu tinha.

     - Meu Deus, eu preciso contar pra minha mãe!

     ­- Calma Luan, vamos esperar até o 3º mês.

     - De novo?

     - Luan, é pra nossa segurança.

     - Tudo bem, tudo bem.

     - Obrigada por me entender.


Texto 6.August | | Reblog this!
CAPÍTULO 112

     - Não, você não tá bem. Tá evidente isso, amor.

     - Foi só… uma tontura amor. Você pode colocar a comida no prato pra mim? Vou beber uma água, já venho.

     - Tudo bem. Quer que eu vou com você?

     - Não precisa amor.

     - Tá bom.

     Fui até a cozinha, bebi um pouco de água e sentei numa cadeira.

     - O que será que tá acontecendo? Será que foi algo estragado que comi? – perguntei pra mim mesma, talvez até um pouco alto pois a Bruna me ouviu.

     - Pode ser, amiga.

     - To preocupada. E se for virose? Não vou poder ficar muito perto da minha filha, Bruna.

     - Relaxa. Você tá voltando na cor normal já.

     - To?

     - Uhum. Quer voltar pra lá?

     - Vou tentar. E se eu não conseguir comer, Bruna? O que eu faço?

     - Respira e tenta comer novamente.

     - Ai meu Deus.

     - Vem comigo. Eu te levo.

     Ela meio que me carregou em seu corpo, fazendo eu colocar um braço em seu pescoço e o outro na cintura dela. Fiz uma cara de agradável, que não tinha acontecido nada. Por dentro eu estava preocupada, mal e pensava a cada instante o que poderia estar acontecendo.

     - Tudo bem, Mari? – perguntou a Marizete vindo até mim.

     - Tudo sim, sogrinha.

     - Vai tentar comer?

     - Vou. Eu estou com fome, mas não sei o que aconteceu.

     - Talvez foi algo que você comeu.

     - Pode ser. Talvez estragado, né?

     - Isso.

     Sentei do lado do Luan e da Bruna e comecei a comer. Parece que havia passado… mesmo assim eu ainda estava com um pinginho de dúvida.

     - Relaxa amor, não é nada.

     - Espero amor, espero – dei um selinho nele.

     A tarde passou e ficamos lá conversando com todos. Quando fomos para casa, senti novamente o enjoo e fui pro banheiro. Saí mais branca ainda de lá e resolvi deitar na cama.

     - Amor? – o Luan gritava enquanto me procurava nos quartos.

     - Oi amor.

     - Cadê você?

     - To aqui no nosso quarto.

     - Tá tudo bem?

     - Não amor. Senti de novo o enjoo e vomitei.

     - Vamos no médico.

     - Não precisa. Amanhã eu vou.

     - Tem certeza?
     - Sim. Lá em baixo da pia, deve ter uns gatorades. Põe na geladeira pra mim?

     - Ponho, já venho.

     - Cadê a Nicole?

     - Tá no carrinho.

     - Traz ela aqui.

     - Tá, já trago.

     Virei de lado e continuei a sentir enjoos. Eu estava mais pálida do que a primeira vez. 


Texto 5.August | | Reblog this!
CAPÍTULO 111

     - Por quê?

     - Estou de quarentena, meu amor.

     - Ah! Que ótimo – ele disse ironicamente.

     Os anos se passaram muito depressa. O Luan continuava com sua rotina maluca e eu na correria do consultório. A Bruna ainda trabalhava comigo no mesmo lugar, mas foi percebendo que sua verdadeira vocação era a moda. Ela fazia faculdade a noite e ia para o consultório de manhã e a tarde. A Nicole já estava com 3 anos, esperta e inteligente que nem seu pai. Eu e o Luan conseguíamos manter o relacionamento sem que houvesse gelo. Sempre ouvíamos os conselhos de nossos pais quando o assunto era relacionamento. Com certeza eles já haviam passado por muitas crises, e conseguiram manter o relacionamento em pé. Eu não tinha ciúmes do Luan com fãs e outras mulheres, o problema no nosso relacionamento era a falta de tempo dele para ficar comigo e com a Nina.

     Hoje teríamos um almoço na casa dos pais do Luan para comemorar mais um ano de casado deles.

     ~Telefone Tocando~

     - Alô? – perguntei.

     - Cunhada, sou eu.

     - Oi Bru!

     - Mari, posso buscar a Nina?

     - Eu já to indo ai com seu irmão.

     - Ah, então tá bom.

     - Por quê?

     - Meus parentes querem ver ela.

     - Ah, tudo bem. Eu já estou indo.

     - Ok, beijos.

     - Beijos.

     (Final da ligação)

     - Amor, vamos? – perguntei.

     - Vamos. To cheiroso? – ele perguntou vindo perto de mim para eu poder cheirá-lo.

     - Nossa, você tomou banho de perfume é?

     - Nossa amor, só perguntei se estou cheiroso.

     - Tá sim amor. Meu cheirosão – eu disse dando um beijo nele.

     - Ai que saudade desse beijo. Desde o mês passado que não fazemos mais gracinhas – risos.

     - Luan! A Nina pode ouvir!

     - Desculpa – ele disse envergonhado.

     - Mas você tem razão. Desde o mês passado que estou na seca – eu disse fazendo biquinho.

     - Que tal hoje a noite?

     - Nada mal – risos.

     - Gata – ele pegou na minha bunda.

     - Luan! Modos perto da sua filha.

     - Só perto dela? Então quer dizer que você gosta longe dela.

     - Claro que gosto, seu besta – selinho.

     Paramos de enrolação e fomos para a casa dos meus sogros. A casa estava com todos os parentes, alguns que eu já conhecia e outros que não. O Luan apresentou muito orgulhoso a filha dele, e eu, claro. Dava pra ver a felicidade dele dizendo: “Minha filha, Nicole”, seus olhos brilhavam, era impressionante.

     Depois de fazer um pouco de “sala” com os convidados, foi servido o almoço. Fui pegar a lasanha até que senti um pequeno desconforto no estômago.

     - O que foi amor? – perguntou o Luan vendo que eu estava branca.

     - Nada amor, tá tudo bem.


Texto 4.August | | Reblog this!
AVISO!

Amores, quero avisar pra vocês que vou tentar terminar a web ainda essa semana, porque semana que vem não vou poder postar (vou viajar). Obrigada a todos que estão lendo (: 

AMO VOCÊS S2


Texto 3.August | | Reblog this!
CAPÍTULO 110 (DESCULPEM A DEMORA PARA POSTAR ;S)

     - Obrigada você por aparecer na minha vida.

     - Te amo, ou melhor, te vivo.

     - Eu também te vivo, minha princesa.

     Ele foi se aproximando de mim cada vez mais e acabamos nos deitando na cama. Nos beijávamos como se o mundo acabasse logo em seguida. Era vontade, era desejo, era saudade… Tudo misturado e o mesmo sentimento: amor.

     Paramos de nos beijar quando vimos que a Nina estava chorando.

     - Oi meu amor! O que foi? A mamãe tá aqui – eu disse enquanto pegava ela em meus braços.

     - Ô neném, deita aqui do lado do papai, deita… – eu entreguei ela pra ele, e ele colocou ela no nosso meio.

     Assim que fomos fazer carinho nela, ela se acalmou e se ajeitou nos braços do Luan.

     - Safada!!!!!!! E a mamãe? Como fica? – eu disse rindo.

     O Luan ficava rindo só de ver minha cara de ciúmes.

     - Para de rir, tá?

     - Não paro, você tá com ciúmes!

     - To mesmo, e daí?

     - Você fica linda assim, sabia?

     - Nossa, que elogio!

     - Aow, muié difíciiiiiiiiiiiiiiiiiil!

     - Te amo, coisa chata – eu disse.

     Vimos que a Nina já estava dormindo. Resolvemos arrumar nossas coisas e irmos para nossa casa. Falamos tchau para todos, embora quisessem que ficássemos lá.

     - Ai, que delícia chegar em casa!

     - Saudade né amor? – perguntou o Luan.

     - Muitas!

     - Vamos colocar as coisas lá no quarto.

     Ele foi pegar as coisas da minha mão, até que a Nina começou a chorar no carrinho.

     - Amor, leva as coisas pra mim? – eu disse – ela deve estar com fome.

     - Levo amor, fica tranquila.

     - Obrigada – eu disse.

     - De nada princesa.

     Ele subiu, levou as coisas da Nicole no quarto dela e as minhas no meu quarto. Eu sentei com ela no sofá e comecei a dar de mama pra ela.

     - Tá muito faminta? – risos.

     - Demais! Tá sugando muito!

     O Luan riu e foi até a cozinha fazer creme de abacate. Quando voltou, eu estava fazendo ela arrotar. Ele sentou do meu lado, me ofereceu o creme, mas eu não quis, e ligou a TV. Quando a Nicole arrotou, o Luan arrotou junto.

     - Aow, porquice! – eu disse batendo nas pernas do Luan.

     - Ai, ai! Por que porquice?

     - Porque sim.

     - Ela não é porquice né?

     - Luan, olha a sua idade! Olha a dela!

     - E daí?

     - Tá Luan, tá bom.

     Eu coloquei ela no carrinho e ele veio por trás de mim, dando beijos no meu pescoço.

     - Luan, por favor. Não!

     - Por quê?

     - Agora não dá Luan! 


Texto 3.August | | Reblog this!
CAPÍTULO 109 (FINALMENTE POSTEI, NÉ? KKKKKK)

     Ficamos ali conversando, paparicando a Nina…

     [2 dias depois]

     - Ai! Finalmente vou pra casa, não aguento ficar aqui mais um dia que seja – eu disse.

     - Epa, epa, epa! Vai com calma aí, mocinha.

     - Ué, o que é que eu fiz de errado, Luan?

     - O médico mandou a senhorita ficar quietinha em casa, não sair fazendo tudo o que ver pela frente, ouviu?

     - Já não basta minha mãe, agora você também?

     - É pro seu bem, marrentinha.

     - Também te amo, viu Luan?

     - Aow, acordou com o pé esquerdo hoje, foi?
     - Não vou falar nada pra você. É que eu vou ter que ficar parada, só isso. Eu odeio isso, você sabe.

     - Sei e tenho pavor de te ver parada, mas é pro seu bem. Entenda muié!

     - Tá bom Luan. Eu entendi.

     - Será? – ele veio chegando mais perto pra me beijar.

     - Luan, agora não. Por favor.

     - Ok, ok.

     ~O médico bateu na porta~

     - Interrompo?

     - Não, doutor. Que isso! – disse o Luan.

     - Seus pais já estão aí… Todos muito animados com a saída da Nicole.

     Fomos embora do hospital, tiramos umas fotos com a Nina na frente do hospital, no carro e quando chegamos na casa dos meus pais para almoçar. Deixamos a Nina dormindo no pequeno berço de viagem que estava lá…

     - Nossa, que delícia de comida! – eu disse.

     - Tá boa filha? – minha mãe perguntou.

     - Demais! Não aguentava comer mais um dia sequer daquela comida do hospital… Até que é boa, mas nada como a comidinha da mamãe, né? – risos.

     - Tem razão filha – risos.

     Conversamos, assistimos TV e a Nicole ainda dormia. Resolvi ir até o quarto ver se estava tudo bem…

     Quando cheguei lá, ela estava com os olhinhos abertos e olhando para o móbile. Coloquei ele para rodar e tocar música. Ela começou a dar uns sorrisinhos e depois dormiu. Sentei na cama e fiquei olhando ela… Como ela era linda… Cabelo meio escuro, delicada que só vendo. Ah, ela era minha filha! Dá pra acreditar? A filha que eu tive com a pessoa que mais amo nesse mundo, que eu até imaginava ficar junto dela, mas que nunca tive esperanças. Até que aconteceu. Aquilo me parecia mais que conto de fadas, mais que uma história de amor perfeita.

     - Amor? Mari? – perguntou o Luan abrindo a porta e vendo que eu estava distante em meus pensamentos.

     - Oi meu amor.

     - Tudo bem?

     - Tudo sim.

     - Tá distraída…

     - To vendo ela dormir.

     - Ela não é linda? Parece com a mãe…

     - Não, parece com o pai.

     - Será? Ainda acho que é com você.

     - Ah, não importa. Obrigada por me dar esse presente de ter um filho.


Texto 19.July | | Reblog this!